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Greve de ônibus no Rio de Janeiro

Apesar de ser considerado legal pela justiça, a greve de ônibus teve baixa adesão. 
A reação dos empresários foi chamar a polícia e requisitar apoio da Secretaria de Segurança Pública a fim de garantir o trabalho dos motoristas que não aderirem a greve, bem como a saída dos veículos das garagens.
O donos das empresas resolveram ir à justiça contra o sindicato para que a greve seja considerado ilegal. O Rio Ônibus reclama do descumprimento do acordo coletivo firmado em março, pelo qual os rodoviários da capital receberam aumento salarial de 5% e seus colegas das outras cidades da Região Metropolitana ganharam 7%. 
A categoria deseja um reajuste de 15%, vale-refeição de 150,00, auxílio para compra de uniforme e o fim da dupla função de motoristas (eles deixariam de atuar como cobrador).
Considerando uma eventual greve dos rodoviários do Município do Rio de Janeiro, a Secretaria Estadual de Transportes solicitou a todas as concessionárias o reforço na utilização da frota.
Trens, barcas e metrô estão orientados a operar com capacidade total de transporte de passageiros.

Fonte: Da redação, com fontes