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Lei garante Novo Hospital na Baixada

O Estado do Rio de Janeiro terá um novo hospital na Baixada Fluminense e um novo pavilhão, destinado à agricultura familiar, na Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa) – que fica no bairro de Irajá, no subúrbio no Rio. Estes serão os resultados práticos da lei 5.744/10, de autoria do Governo do estado e publicada no Diário Oficial do Executivo desta sexta-feira (11/06). As obras serão viabilizadas por um empréstimo de R$ 181 milhões que o Poder Executivo vai contrair junto ao Banco do Brasil, a partir da autorização contida na nova norma. O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio, que ampliou o valor inicialmente solicitado, de R$ 160 milhões, para R$181 milhões. Com o aumento, o crédito, que se destinava apenas à construção de um Centro de Trauma na Baixada, permitirá também a construção do pavilhão. "Essa ampliação atende uma reivindicação antiga de muitos parlamentares e um desejo do Governo, que agora poderá levantar recursos não só para um, mas dois importantíssimos empreendimentos para a Saúde e a Economia do estado", afirmou o líder do Governo, e presidente da CCJ, deputado Paulo Melo (PMDB), quando a Casa aprovou o texto, na última quarta-feira.

O deputado Christino Áureo (PMN), que foi secretário de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento por três anos, comemorou a autorização. Segundo ele, o novo pavilhão beneficiará diretamente três mil produtores familiares no estado, pelo menos. "Como há rotatividade no uso dos espaços, muitos produtores poderão utilizá-lo", explica ele, que esclareceu a vantagem da Alerj ter aproveitado a linha de crédito do Banco do Brasil para incluir o novo objeto no empréstimo. "Estamos garantindo a construção de um espaço que beneficiará, e muito, este tipo de produção. Com ele, os produtores estarão concentrados em apenas um local e serão mais acessíveis para os compradores, o que impulsionará a venda de seus produtos. E ainda acaba com a figura do atravessador, o que encarece muito os produtos", argumenta.

Fonte: Alerj