Início Plantão Rio Mangueira recebe pacote de R$ 170 milhões em obras

Mangueira recebe pacote de R$ 170 milhões em obras

A comunidade da Mangueira, que recebeu uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em novembro de 2011, vai ganhar uma série de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, orçadas em torno de R$ 170 milhões. As intervenções vão garantir melhores condições de vida para os moradores. Estão previstos novas unidades e melhorias habitacionais, dois planos inclinados, creche, posto de saúde, abertura de vias de acesso, ampliação da rede de esgoto e de abastecimento de água e contenção de encostas.

 

Paralelamente, os técnicos do trabalho social da Secretaria da Casa Civil farão a realocação de moradores de áreas de risco ou que serão removidos por conta de desapropriação para a realização de obras, além de uma série de ações sociais na comunidade. O trabalho de realocação prevê três modalidades: indenização pela benfeitoria, compra assistida e aluguel social.

 

Moradores ajudaram a definir intervenções

 

No momento, a Empresa de Obras Públicas (Emop) elabora os projetos executivos das obras, definidas a partir de um trabalho de diagnóstico social, conduzido pelo Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP), da Casa Civil.

 

– Os moradores foram consultados sobre as reais necessidades da comunidade, através das Oficinas do Imaginário. Identificamos quais são as principais demandas da população. A partir daí, a Emop elaborou os projetos básicos para pleitear os recursos junto ao Ministério das Cidades – afirmou a coordenadora do PAC Social, Ruth Jurberg.

 

Perfil dos moradores

 

Técnicos do Estado começaram há duas semanas uma segunda etapa, que consiste na definição de localidades e na preparação dos moradores da comunidade para receber as obras. O trabalho social atua em dois eixos principais: gestão dos impactos das obras e desenvolvimento sustentável.

 

 

No primeiro, busca-se minimizar os impactos negativos, como os transtornos à mobilidade, interrupção de serviços e a própria realocação; e maximizar os positivos, através de cursos de educação ambiental, geração de trabalho e renda e melhorias de infraestrutura. No segundo eixo, o PAC Social cria condições para o desenvolvimento sustentável da comunidade.

 

 

– Ainda será realizada uma pesquisa em toda a comunidade. Através desta pesquisa, será possível traçar um perfil da população e, após as obras, avaliar o impacto gerado por elas – disse Ruth Jurberg.

 

 Fonte: Governo do Rio