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Morte de macacos no Rio pode estar associada a vírus infeccioso

Um surto infeccioso pode ter sido o responsável pela morte de pelo menos 16 macacos-prego (mico-de-topete, prego ou mico) e micos-estrela (saguis de tufos pretos, ou simplesmente saguis) em menos de uma semana no Rio de Janeiro.  Os exames estão sendo realizados pelo Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) da Universidade Estácio de Sá e apontam para um surto infeccioso.  Os pesquisadores do Cras suspeitam que o vírus possa ser um tipo de herpes que dificilmente é transmitido pelo ar, mas contraído por arranhões ou mordidas. Em humanos,  o vírus pode causar inflamação no cérebro e levar à morte.

 

 

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) está acompanhando o caso e divulgou nota alertando a população para que evite contato com os macacos a fim de prevenir contaminações. A orientação do Ibama é não tocar nos animais com sintomas de doença.

 

 

Para resgatar micos ou macacos doentes ou mortos, a população deve entrar em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente ou o Instituto Estadual do Ambiente ou telefonar para a Patrulha Ambiental (1746), ou para o Cras (99695-99070).