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O Pirata da Barba Ruiva estreia no Oi Futuro de Ipanema

”Procuro alguém corajoso, que tenha amor no coração e que queira aprender a arte da luta de espadas para enfrentar os piores piratas. Se você, meu pequeno amigo ou minha pequena amiga, acha que uma vida de aventuras faz parte de seus planos, leia esta história com atenção e acredite, você também pode ajudar a cuidar do nosso planeta. Bem-vindos a bordo!” (Pirata Barba Ruiva)

 

No dia 14 de abril, estreia no Oi Futuro de Ipanema o espetáculo infantil “O Pirata Barba Ruiva”, adaptação para o teatro do livro homônimo de Manoel Arthur Villaboim. Com adaptação e direção de Susanna Kruger, a montagem resgata as tradicionais lendas de piratas, em um universo mágico, com animais que falam, trilhas secretas, cavernas de tesouro e muita aventura. A história também tem como tema a preservação do meio ambiente, trazendo como cenário a Mata Atlântica.

 

No elenco, Alex Teix, Beatriz Ittah, Fábio Enriquez, Bárbara Abi-Rihan, Bruno Salgueiro, Heloísa Lazari, Juliana Brisson e Júlia Shimura. “Receber o carinho de tantas crianças que leram ‘O Pirata Barba Ruiva’, uma história que criei para os meus filhos, tem sido uma experiência indescritível; fico imaginando o que vou vivenciar ao transformar esse livro num espetáculo teatral”, afirma o autor Manoel Arthur Villaboim.

 

Passado nos dias atuais, o espetáculo narra a história de um pai que, todas as noites, ao colocar os filhos para dormir, conta as aventuras do Pirata Barba Ruiva (Alex Teix), guardião dos mares da Ilha Grande e que tem a missão de cuidar das crianças e proteger o tesouro mais procurado de todos os tempos.

 

Um dia, ao sair da escola, o menino Herou Flint (Fábio Enriquez), herói da nossa história e irmão caçula de Isinha (Juliana Brisson) e de Tintim (Bruno Salgueiro), é sequestrado pelo Pirata Olho de Tigre (Alex Teix). Com a ajuda de um pombo correio, Isinha e Tintim conseguem enviar uma mensagem para Barba Ruiva pedindo salvar seu irmão.

 

A partir daí, todo o mundo imaginário das histórias que o pai criou para fazer os filhos dormirem – no caso o próprio autor – torna-se realidade. Através de trilhas secretas, esconderijos e perseguições na Mata Atlântica, o espetáculo convida a plateia a entrar em um mundo de aventuras. A Ilha Grande, no litoral do Estado do Rio de Janeiro, patrimônio ecológico da costa brasileira, serve de cenário para esta história, que resgata valores ambientais por meio do relacionamento dos personagens com seus amigos bichos: o Cinzento, um lobo amigo das crianças; Papa, um papagaio que fala “língua de gente”; e Tico Mico, que representa as travessuras dos macacos da floresta. “Quando Manoel Arthur me convidou para produzir o livro ‘O Pirata Barba Ruiva’ fiquei encantada com as imagens cênicas que a leitura me proporcionava. Nada melhor que poder levar essa aventura para o palco.”, explica Márcia Dias, coordenadora do projeto.

 

Gerando oportunidades

A Buenos Dias Projetos e Produções Culturais, responsável pela produção do espetáculo, proporcionou, por meio de uma parceria com escolas e faculdades de curso profissionalizantes de teatro – CAL, Martins Penna, UniverCidade e UNI-Rio – uma oportunidade profissional para quatro atores recém-formados. Cerca de 50 ex-alunos participaram de um criterioso processo de seleção, com testes de habilidades cênicas e musicais. Os quatro atores que mais se destacaram foram selecionados pela diretora Susanna Kruger para participar da montagem.

 

Os figurinos são assinados por Kalma Murtinho, o cenário é de Aurora dos Campos e a iluminação, de Aurélio de Simoni. “Reunir este naipe em torno dessa maravilhosa aventura escrita por Manoel Arthur Villaboim, com impecável produção da Buenos Dias, e reger essa orquestra de artistas de diversas gerações do nosso teatro é um raro privilégio”, comemora a diretora.
O espetáculo tem patrocínio do Ministério da Cultura e Governo Federal, através da Lei de incentivo à cultura, Furnas, TAESA, e foi contemplado pelo Fundo de Apoio ao Teatro (FATE), da Secretaria Municipal de Cultura. O apoio cultural é do Oi Futuro.

 

SERVIÇO
Estreia dia 14 de abril
Local: Oi Futuro (Rua Visconde de Pirajá, 54 – Ipanema)
Horário: sábados e domingos, às 16h
Ingresso: R$ 15,00 (inteira)
Horário da bilheteria: de terça a sexta, das 15h às 21h; sábados e domingos, das 14h às 20h. Na bilheteria não são aceitos cheques, cartões de crédito/débito.
Informações: 3201-3010 ou www.oifuturo.org.br
Duração: 60 minutos
Capacidade: 120 lugares
Classificação Indicativa: Livre (Recomendado para todas as idades)
Temporada: de 14 de abril a 27 de maio
Patrocínio: Ministério da Cultura e Governo Federal, através da Lei de incentivo à cultura, Furnas, TAESA, e foi contemplado pelo Fundo de Apoio ao Teatro (FATE), da Secretaria Municipal de Cultura.
Apoio: Oi Futuro

FICHA TÉCNICA
Texto: Manoel Arthur Villaboim
Adaptação e Direção: Susanna Kruger
Elenco: Alex Teix (Pai/ Vendedor de Balas/ Pirata Olho de Tigre/ Pirata Barba Ruiva) Beatriz Ittah (Carlota/Gaivota/Coruja/Rei Morangotango) Fábio Enriquez (Herou Flint/ Branquinho) Bárbara Abi-Rihan (Tico Mico) Bruno Salgueiro (Tintim/ Rei Tião/ Alfredo) Heloísa Lazari (Cinzento) Juliana Brisson (Isinha/ Azeitona/ Marina) Júlia Shimura (Papa)
Figurino: Kalma Murtinho
Cenografia: Aurora dos Campos
Iluminação: Aurélio de Simoni
Trilha Sonora Original: Rodrigo Marçal
Programação visual: Laboratório Secreto – Marcelo Martinez
Coordenação Geral: Márcia Dias
Realização: Buenos Dias Projetos e Produções Culturais

CURRÍCULOS

Manoel Arthur Villaboim – Autor

É editor-executivo da Revista Linha Verde, fundador e diretor de criação da Expomídia, produtora de eventos especializada no ambiente corporativo. É formado em engenharia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e pós-graduado em computação gráfica pela faculdade de Heidelberg, na Alemanha. Nascido no Rio de janeiro, iniciou suas atividades como contador de histórias infantis com seus filhos, Pedro, Isabela e João, e estreou como escritor em O Pirata Barba Ruiva. Atualmente, prepara o segundo livro, A Trilha dos Sete Perigos, que fechará a saga do Pirata Barba Ruiva.

Susanna Kruger – Adaptação e Direção

Atriz e diretora, começou seus estudos em 1977 no Teatro O Tablado, ingressando depois no Grupo TAPA, onde atuou por muitos anos. Fundou a Companhia Atores de Laura, que co-dirigiu artisticamente por 16 anos. Dirigiu por nove anos o Teatro Miguel Falabella, onde desenvolveu um projeto de formação de público de teatro.
Desde 1988 desenvolve cursos livres de teatro na Casa de Cultura Laura Alvim, Centro Cultural do Banco do Brasil, Teatro Miguel Falabella, SESC – RJ e SP e Baukurs Cultural. Entre prêmios e indicações, destacam-se Prêmio MinC Troféu Mambembe de melhor atriz (1988) e Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria melhor direção (1996/1997). Em 2007, recebeu cinco prêmios por sua atuação no filme “Esconde-Esconde”, entre eles, o do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro. Por sua interpretação em “Casa de Laura”, foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro 2008 na categoria melhor atriz, trabalho que permaneceu em cartaz por dois anos consecutivos. Recentemente dirigiu o espetáculo “Caixa de Phosphorus”, sucesso no FITA e em cartaz no Rio de Janeiro.

Márcia Dias – Coordenação Geral

Desde 1986 atua na área cultural. Em 1992, fundou a Casa da Gávea, que se firmou no Rio de Janeiro como espaço de criação, produção e debates. Em 1996, criou a Buenos Dias Projetos e Produções Culturais. Além disso, é diretora e curadora do Tempo Festival das Artes – Festival Internacional de Artes Cênicas do Rio de Janeiro.

Alex Teix – Ator

Formado no Teatro O Tablado em 2000. No teatro, destacam-se os seguintes espetáculos: “Alberto Azulão”, de Julia Spadaccini, com direção Anderson Aragon (2007/08); “Gota d’agua”, de Chico Buarque e Paulo Pontes (2006/07); “Incidente em Antares”, de Érico Veríssimo (2006); “DespertAmores”, de Rafael Lima (2004); musical infantil “Peter Pan” (2004); “Adoro Crises”, de Valéria Monteiro (2003); “Aurora da minha vida”, de Naum (2003); “O Despertar da Primavera”, de Frank Wedekind (2002); “A Grande Arte”, de Rubem Fonseca e direção Bernardo Jablonski (2002). Na televisão, fez participação nas novelas e séries “Fina Estampa” (2011), “O Astro” (2011), “Morde e Assopra” (2011), “A Grande Família” (2010), “Caras e Bocas” (2009), “Caminho das índias” (2009), “Guerra e Paz” (2008), “Faça a sua História” (2008) e  “Malhação”, entre outros. Recebeu o Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de esquetes da Lupa (2002).

Bia Ittah – Atriz

Atuou em diversos espetáculos: “Sapato Musical”, “A Pipa Arco-Íris”, “Amor por Anexins”, “O Califa da Rua do Sabão”, “Depois de Dois”, “Tap Station”, “Orquestra Brasileira de Sapateado”, “Fascinação”, “As Aventuras de Tom Sawyer” e “Beijo no Asfalto”, entre outros. Entre 1993 e 2002, atuou como bailarina em vários espetáculos em Paris. No cinema, atuou em “Os Seios de Deus”, longa-metragem com direção de Alberto Salvá, “O Divã”, longa-metragem com direção de José Alvarenga, e “Nosso Lar”, longa-metragem com direção de Wagner de Assis.

Fábio Enriquez Bastos – ator

Recebeu o Prêmio de Melhor Ator do Festival de Esquetes da CATP (2002); indicação ao prêmio de Melhor Ator no I Festival de Esquetes de Cabo Frio (2003); indicação ao Prêmio de Melhor Ator no II Festival de Esquetes de Cabo Frio (2004); indicação ao Prêmio Zilka Sallaberry 2008 de Melhor Ator com o espetáculo infantil “Alberto Azulão”; indicação ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante com o espetáculo “Que história espera seu fim lá embaixo”, no Festival de Teatro de Resende. Entre os espetáculos dos quais participou estão: “Um Rubi no Umbigo” (2011); “Clandestinos” (2008/2010); “Alberto Azulão” (2007); “Que história espera seu fim lá embaixo” (2006); “O Arquiteto e o Imperador da Assíria” (2005); “Tempo de Espera” (2005); “Flores para Quem o Amor Passou” (2005); “Bailei na Curva” (2004); “Os Últimos dos Miseráveis” (2003); “Romeu e Julieta” (2003); “Os Saltimbancos” (2003); “Sonho de Um Noite de Verão” (2002), entre outros. Seu trabalho mais recente na TV foi a minissérie “Clandestinos”, na Rede Globo.

 

Comunicação Corporativa – Oi