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Política de pacificação do Rio serve de modelo no Haiti

pms-tlO modelo de pacificação adotado no Rio de Janeiro ganha mais prestígio e os números são o exemplo disso. Em 2012, o Teleférico do Complexo do Alemão registrou maior movimento de visitantes do que outros pontos turísticos da cidade, como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor.

 

E o sucesso ultrapassou fronteiras. Comitivas de diversos estados e países visitaram as comunidades pacificadas em busca de conhecimento para projetos paralelos em suas cidades. Para o Primeiro Ministro do Haiti, Laurent Larothe, a integração entre policiais e comunidade é surpreendente.

 

“É um exemplo de sensibilidade social tremenda. De cuidado aos mais vulneráveis e um exemplo a seguir. Sem segurança não existe nada. Não existe inversão, luta contra a pobreza, não existe crescimento econômico”, disse o primeiro ministro.

 

Utilizar o diálogo em vez da violência é o foco da polícia de proximidade. O domínio do tráfico afastava até mesmo parentes de moradores das comunidades. Com a chegada das Unidades de Polícia Pacificadora, ocorreu um efeito contrário. As favelas agora são parte integrante de bairros e concentram uma melhor oferta de transportes públicos e oportunidades de emprego.

 

“Estamos reformulando toda a Polícia Militar a patir das UPP. Então eles (os visitantes) não vão ver somente a UPP, É isso que querem conhecer e levar essa experiência para aplicar na polícia, na nova polícia deles”, explicou o chefe do Estado Maior Administrativo da PM, Coronel Robson Rodrigues da Silva.

 

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