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Repressão as fraudes bancárias

A Caixa Econômica Federal e a Polícia Federal assinam hoje (4), às 17h, no edifício-sede da PF, acordo pelo qual o banco disponibilizará ao órgão policial um espaço físico de 197,11 m² em imóvel de uso da própria Caixa em Brasília/DF, bem como recursos materiais e tecnológicos visando o combate as fraudes bancárias.

A utilização do espaço proporcionará agilidade no repasse de informações, maior celeridade e eficiência para reprimir as fraudes e será compartilhada pelo Grupo de Análises de Fraudes Eletrônicas da PF e a Centralizadora de Prevenção e Monitoramento de Fraudes Bancárias da CAIXA.

A assinatura do acordo é resultado do convênio materializado por meio do Termo de Cooperação Técnica firmado em outubro de 2008 pelos representantes das duas instituições. Em fevereiro de 2009, foi estabelecido e assinado um Protocolo de Execução, como parte integrante do convênio, que permitiu a racionalização e otimização das rotinas de encaminhamento de informações sobre indícios de fraudes eletrônicas bancárias da CAIXA para a PF.

Com o Protocolo, passou a ser promovida a centralização de informações referentes a fraudes envolvendo internet banking e clonagem de cartão de débito em um banco de dados nacional, denominado Base Nacional de Dados sobre Fraudes Bancárias. Da análise inteligente destas informações, foi possível observar a conexão entre diversas fraudes, o que não era possível antes, face à dispersão das notícias de crime. O uso de inteligência policial nas informações contidas nesse banco de dados proporcionou uma diminuição significativa na quantidade de instauração de inquéritos policiais e a melhoria na qualidade da investigação.

A política adotada pela CAIXA para combate aos crimes contra pessoas e contra o patrimônio, aliada à excelente parceria mantida com os Órgãos de Segurança Pública, notadamente com o Departamento de Polícia Federal, coloca o banco na vanguarda de atuação contra o crime organizado, levando-o a ocupar posição de destaque entre as instituições preocupadas com a segurança bancária.

 

Fonte: Caixa