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Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica participa da Operação Sorriso para crianças que sofrem com lábios leporinos

 

Em parceria com a ONG Operação Sorriso, Secretaria do Estado do Rio de Janeiro, Marinha do Brasil, Rio Solidário, Instituto da Criança e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (onde serão realizadas as cirurgias), a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica irá realizar nos dias 05 a 08 um mutirão humanitário para a realização de cirurgias corretoras gratuitas em 100 crianças portadoras de fissuras labiopalatinas (conhecidas também como lábio leporino, lábio lascado ou goela de lobo).

 

 

O lábio fissurado, ou fenda palatina, é uma abertura no lábio, palato ou tecido mole da parte posterior da boca.  A causa exata desse problema ainda é desconhecida, mas esse é um problema congênito em uma etapa inicial do desenvolvimento do embrião. 

 

 

De acordo com o Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Dr. José Horácio Aboudib, as consequências desse problema estão além da questão estética. “Como essas crianças não têm o céu da boca e o nariz com a formação correta, existe uma dificuldade respiratória e mastigatória, além disso, com o tempo as dificuldades na fala irão surgir também, prejudicando o desenvolvimento como um todo”, explica o médico. No Brasil pode-se afirmar que para cada mil nascimentos, cerca de duas crianças nascem com fissura labiopalatinas.

 

 

A iniciativa de ampliar o atendimento disponível através de programa cirúrgico-assistenciais, garantindo que nenhuma criança brasileira tenha que levar uma vida de preconceito e exclusão por ser portadora de uma deformidade facial corrigível, partiu da soma de esforços entre o Departamento de Ação Social da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, ONG Operação Sorriso Brasil e da UERJ.  “Além de todos os problemas que serão acarretados ao desenvolvimento dessas pessoas, ainda é preciso enfatizar fatores como exclusão social e déficit de autoestima”, afirma Dr. Aboudib. Pensando nisso, uma equipe de 70 voluntários estará envolvida na operação das 100 crianças cadastradas, que será realizada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

 

Fonte: UERJ