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Tia Surica leva sua tradicional Feijoada, pós-pandemia, para a Barra da Tijuca, RJ

‘Se quiserem me dar flores, que me deem em vida’, pontua Tia Surica

Bianca Monteiro, rainha de bateria da Portela, e Tia Surica (Foto de Rogerio Fidalgo)
Pela primeira vez, desde que se tornou patrimônio histórico do Rio de Janeiro, a Feijoada da Tia Surica reuniu o melhor de Madureira na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
Aos 81 anos, recém-completados, a Matriarca da Portela viveu, na última semana, uma série de emoções. No dia de seu aniversário, (17/11), além das diversas manifestações de carinho recebidas no famoso “cafofo”, ela teve a sua feijoada reconhecida oficialmente como patrimônio cultural imaterial do estado.
A comemoração se estendeu até o dia (20/11), sábado, Dia da Consciência Negra, com a realização da Feijoada da Tia Surica no clube Bella Marina, para onde levou seu famoso tempero, além da boa e consagrada músicas cantada por ela e convidados. “Fiquei muito feliz e lisonjeada com a presença de todos e com tantas homenagens. Eu sempre digo e repito: se quiserem me dar flores, que me deem em vida!”, declarou.
O evento também teve apresentações de Leo Russo e Sandra Portella, dos grupos Seligaê, Mais Pra Frente e Bloco das Divas com a cantora Yara Velasco.
Para fechar a festa em clima de Carnaval, show de Gilsinho, intérprete oficial da Portela, embalado pela bateria Tabajara do Samba com sua rainha, Bianca Monteiro e passistas.
Magda Cotofre e Tia Surica (Foto de Rogério Fidalgo)
Quem também prestigiou o evento foi a atriz e musa dos anos 80, Magda Cotrofe, o decorador Carlos Lamoglia, a empresária Valeria Wright, entre outros.