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Tratamentos integrativos buscam espaço na Rede pública

 

 

Cuidar da saúde nos dias de hoje tem sido uma tarefa cada vez mais difícil. A falta de tempo é um dos principais contribuintes para esse descuido. O resultado do “desinteresse” pela saúde é um alto índice de doenças. E os sintomas mais corriqueiros são as doenças da pós-modernidade como: depressão, ansiedades, estresse, medos, inseguranças, fobias entre outros males. Até mesmo o medo de descobrir que está doente é um agravante. Pensando nisso, foi criado no dia sete de abril, o dia Mundial da saúde. A data tem como objetivo principal, a conscientização sobre a importância da saúde nas vidas das pessoas e no dia-a-dia, além de possibilitar a descoberta de outras formas de se cuidarem.

 

Já comprovado cientificamente a Hipnose Clinica é  uma dessas alternativas, porém, o acesso aos tratamentos integrativos, nem sempre está ao alcance de todos. Pensando nisso, as prefeituras de algumas cidades do Brasil já  implantaram estes serviços em suas redes públicas de atendimento. Ação que para a SOHIMERJ (Sociedade de Hipnose Médica do Estado do Rio de Janeiro), deveria ser adotada, também, no Rio de Janeiro.   Tratamentos médicos que fogem do tradicional, como a homeopatia, as corporais, a acupuntura, e até mesmo os lendários chás das vovós, que evoluíram e agora atendem sob o nome de fitoterapia, já estão na rede pública. Chegaram às camadas mais pobres da população e, aos poucos, afastam as barreiras do preconceito e até do medo. Estes, trazem entre suas vantagens, o poder de aliviar os efeitos colaterais dos remédios comuns e até de controlar a ansiedade consequente da vida moderna.

 

Outro tratamento que segundo a SOHIMERJ, poderia entrar na lista, pelos seus benefícios a curto e longo prazo, é a hipnose. “A hipnose clinica ou hipnoterapia, como é conhecida, por exemplo, é uma prática milenar, e segundo análise publicada na revista American Health Magazine, a recuperação acontece em 93% dos casos, num período de um mês e meio. Enquanto a psicanálise resolve 38% dos casos em cerca de 11 anos e a terapia comportamental 72%, em aproximadamente seis meses”, segundo pesquisa publicada na revista American Health Magazine, cita a Diretora do Departamento de Psicologia, Miriam Pontes de Farias, que também é Vice-Presidente da ASBH (Associação Brasileira Hipnose) .  

 

A psicóloga conta ainda, que na medicina, a hipnose irá auxiliar os tratamentos anestesia e cirurgia, ginecologia e obstetrícia no controle de sangramento e dor, tratamento de queimaduras, dermatologia. Já na psicologia seu uso abrange males mais comuns, como: tabagismo, emagrecimento, fobias, pânico, estresse, depressão, ansiedade, dificuldades sexuais, gagueira, tiques, dores diversas principalmente enxaquecas, baixa-autoestima, dificuldade de aprendizado e melhoras na concentração ou memória. “Além disso, os tratamentos alternativos podem, também, auxiliar efetivamente pessoas sadias que desejam mudar sua maneira de agir ou até mesmo para melhorar seus desempenhos sociais, profissionais, estudantis ou até mesmo de relacionamento”, diz ela.  

 

Miriam, acredita que a implantação da hipnose no sistema público de saúde, pode ser muito útil também para disciplinar as pessoas a cuidarem um pouco mais de sua saúde. “Com as terapias alternativas as pessoas, de certa forma, assumem um pouco mais a responsabilidade de cuidar da sua própria saúde. Às vezes a gente delega pro médico a responsabilidade de fazer o exame, de dar o diagnóstico, e no momento em que você está se tocando, você está conversando com o próprio corpo, você percebe onde dói, quais são os problemas”, conta Miriam, que também é Psicóloga e hipnóloga ressaltando que: “a consulta com hipnoterapia deve ser realizada com psicólogos que tenham especialização em hipnose clínica. As consultas duram em média de 45 a 50min e, geralmente é uma vez por semana, o tratamento com hipnose pode ser realizado individualmente ou em grupo”, encerra a psicóloga.

 

Fonte:   RG Press Assessoria de Imprensa www.rgassessoriadeimprensa.com.br Rio de Janeiro – Rua João Bruno Lobo, 300 – Sala 102. Jacarepaguá – Rio de Janeiro – RJ